Médico Richard Shepherd afirmou que princesa teria sobrevivido ao acidente se tivesse tomado uma precaução.

Diana morreu num trágico acidente quando seguia num automóvel em Paris, há quase 22 anos. No entanto, o ferimento que levou à morte da princesa de Gales “era minúsculo e estava localizado num local que nenhum patologista forense tinha visto”, afirmou Richard Shepherd na sua mais recente obra.

O médico e escritor Richard Shepherd afirma mesmo que a morte de Diana teria sido evitada caso a mulher do príncipe Carlos não se tivesse esquecido de colocar o cinto de segurança.

“Se estivesse a utilizar cinto de segurança provavelmente ela (Diana) teria aparecido em público uns dias depois, com alguns ossos partidos e umas contusões, mas apenas isso”, avançou o especialista.

Shepherd reforçou que o pequeno e fatal derrame de uma veia num dos pulmões foi uma situação incrivelmente rara, rejeitando todas as teorias em torno da morte de Diana.

No livro ‘Unnatural Causes’ (‘Causas Improváveis’), cujo lançamento está marcado para o próximo dia 18 de abril, o clínico explicou que não conhecera até ao momento uma lesão semelhante.

“A lesão de Diana foi tão específica e tão rara que, em toda a minha carreira, não me recordo de ter visto outra semelhante”, pode ler-se na obra.

Richard recorda também que houve um conjunto de situações que proporcionou a fatalidade deste acidente, como a velocidade a que o carro seguia, por exemplo. No entanto, o médico garante que esta foi “uma lesão muito pequena, mas no lugar errado”, sendo essa a verdadeira causa da morte de Diana.

“A causa da sua morte é, no meu ponto de vista, indiscutível”, continuou.

Recorde-se que no dia do acidente que viria a ser fatal para Diana, a princesa seguia com o seu motorista, que também não sobreviveu. A princesa Diana morreu aos 36 anos, em agosto de 1997.

Além da trágica morte de Diana, Shepherd, que trabalhou na investigação do assassinato de Stephen Lawrence e do massacre de Hungerford, aborda ainda as várias investigações e conclusões sobre alguns dos outros casos marcantes de Inglaterra no seu novo livro.

Fonte: CM

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